INTEGRIDADE NAS FINANÇAS ECLESIÁSTICAS

“Disse-lhes então: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.”

Lucas 20:25

Integridade nas finanças eclesiásticas 

Integridade não é o que se fala ou se mostra para o público, é o “livro” que abrimos pra revelar o oculto dos nossos bastidores.

A comunidade cristã local começa a se perder quando o líder faz das contas financeiras dos membros, extensão da sua igreja.

A integridade sabe separar o que é dinheiro da igreja e o dinheiro dos membros, coisas que não podem se misturar.

A igreja local precisa ter crédito para viver e expandir, e jamais usar o crédito financeiro de seus membros. Essa mistura é inaceitável.

Dízimos e ofertas são os recursos destinados por Deus para a manutenção da igreja e os seus investimentos, é dela que a instituição deve viver.

O povo entrega na casa do Tesouro – igreja – os seus dízimos e as suas ofertas, o que for além disso, como abocanhar o que é pertinente à sobrevivência da família, é uma ação detestável de achacar.

O crente que se deixa envolver e mistura as suas finanças com a da sua igreja, está pronto pra se enrolar para o resto da vida.

O líder habilitado administra os recursos da sua casa e da casa de Deus, porque quem mete a mão na grana dos outros, não passa de um mercenário.

É responsabilidade do pastor administrar os recursos que são entregues na Casa do Tesouro, e ponto final.

Nunca use os créditos pessoais de membros, inclusive cheques, como capital de giro da igreja. Os cartões de crédito dos membros devem atender apenas aos seus interesses privados, e a direção da igreja jamais deve utilizar e monopolizar os limites de seus membros em benefício da instituição.

A instituição religiosa deve estar organizada e estruturada para que obtenha, através de seus meios, os créditos bancários para movimentar segundo as suas necessidades. Caso isso não ocorra, não faça, não assuma aquilo que não pode pagar.

Uma instituição eclesiástica jamais usa “laranjas”, isso é coisa de bandido.

Salários de obreiros e direitos trabalhistas pagos corretamente, isso é integridade.

Contabilidade da igreja à disposição dos membros dizimistas, isso é integridade.

Demonstrativo de contas pagas e a pagar – dívidas em aberto – isso é integridade.

Salários e benefícios pastorais do conhecimento da igreja, isso é integridade.

Quanto arrecada, quanto se gasta e com o quê, disponibilizado para os dizimistas, isso é integridade.

Com qual dinheiro está se fazendo o quê, isso é integridade.

Quando se pede dinheiro para algo específico, a direção da igreja tem a obrigação de gastar apenas com aquilo, e prestar contas, isso é integridade.

Abrir o livro, prestar contas a quem de direito, isso é integridade.

Todos os erros e acertos dos líderes das igrejas filiadas, é responsabilidade do pastor presidente, isso é integridade.

Qualquer problema com um líder, tem que ser resolvido com o líder majoritário, ele não pode delegar essa atribuição, isso é integridade.

Um líder que não mantém assuntos de liderança restrito ao seu gabinete, sofre de abstenção de integridade.

Integridade não é a propaganda de si mesmo, mas aquilo que sabem que você é.

A administração eclesiástica não é apenas uma matéria de um curso teológico, mas é o aprendizado que o líder tem que ter, para ser colocado em prática, isso é integridade.

A igreja, numa situação inusitada, pode pegar dinheiro emprestado de um membro? Sim. Faça um contrato que inclui a forma de pagamento, a diretoria tem que ter conhecimento e dar o aval, e precisa ser contabilizado.

Todo “rabo de palha”, gente que não age com integridade, precisa pensar muito, antes de levantar o dedo pra apontar os erros dos outros.

O líder de uma congregação que vive de aparente espiritualidade e de visível falta de caráter na área financeira, dando calote e fazendo trambiques, é um bandido que ocupa um púlpito ao invés de um lugar na cadeia.

Te devo alguma coisa? É a pergunta que os íntegros não temem fazer.

Como posso te pagar? Só gente íntegra reconhece que deve, e faz um acordo para quitar a dívida.

Pagar uma dívida não é um favor que se faz ao devedor, mas um ato de honrar um compromisso assumido ou reparar um dano causado.

Vive enrolado? Nomeie um administrador financeiro com o poder de te dizer “NÃO”.

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3 thoughts on “INTEGRIDADE NAS FINANÇAS ECLESIÁSTICAS

  1. Parabéns, Pastor Josué! Palavra impactante e muito importante. Muita gente tem impressão errada a respeito da igreja atualmente por explícita falta de integridade de muitos líderes. Infelizmente.

  2. ” A integridade dos justos os guia, mas a falsidade dos infiéis os destrói.”Provérbios 11:3 Boa conduta, honestidade não é dom, é uma obrigação, quem não é íntegro não pode ser chamado filho de Deus, independente do seu título na igreja, é um fariseu, está se enganando, serve a si mesmo e não a Deus.

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