COMO SUPERAR AS DECEPÇÕES NO CASAMENTO

Como superar a decepcao no casamentoO foco satânico para desconectar o homem de uma vida segundos os intentos de Deus, está centrada em três vias de ataques e com ações distintas: roubar, matar, e destruir. O ataque é direcionado ao casal, coluna da família, porque sendo este eficiente, toda a estrutura familiar desmorona, afetando a vida pessoal (que se reflete no corpo, na alma e no espírito), a vida conjugal, a vida familiar, a igreja e a sociedade:

Primeira via de ataques e ações:

Roubar das pessoas que se amam a capacidade de comunicação eficiente inibindo a possibilidade de se tornarem pessoas melhores e de se ajudarem mutuamente para que atinjam esse propósito de crescimento.

Segunda via de ataques e ações:

Matar as perspectivas de um futuro melhor que viabilizam os acertos e os ajustes que criam interatividade entre o casal, para que cada um esteja bem consigo mesmo para poder conviver harmoniosamente com a pessoa amada.

Terceira via de ataques e ações:

Destruir tudo o que se construiu baseado nas ações nobres que expressavam a intensidade do amor conjugal. Na maioria das vezes, sequer foi dado chances ao casal de tornarem belo aquilo que nasceu para resplandecer.

A dureza de coração, aproveitada habilmente pelo nosso inimigo comum, é a causa da maioria dos problemas que atormentam os relacionamentos conjugais:

Vieram a ele alguns fariseus e o experimentavam, perguntando: É lícito ao marido repudiar a sua mulher por qualquer motivo?

Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.

Replicaram-lhe: Por que mandou, então, Moisés dar carta de divórcio e repudiar?

Respondeu-lhes Jesus: Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossa mulher; entretanto, não foi assim desde o princípio” – Mateus 19:3.

A deslealdade tem sido outra causa dos terríveis males que assolam os casais. São desleais quando esquecem de cumprir as promessas feitas sob o manto do amor, e os votos formalizados no altar, diante de Deus, da família, dos amigos e da igreja. A falta de dignidade, honestidade, franqueza, sinceridade e fidelidade arrastam o casamento para os patamares do insuportável. Deus abomina tal ação:

O SENHOR eliminará das tendas de Jacó o homem que fizer tal, seja quem for, e o que apresenta ofertas ao SENHOR dos Exércitos. Ainda fazeis isto: cobris o altar do SENHOR de lágrimas, de choro e de gemidos, de sorte que ele já não olha para a oferta, nem a aceita com prazer da vossa mão. E perguntais: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança” – Ml 2:12,14.

Com o passar do tempo muitos casais se mostram decepcionados com o casamento, e questionam se ainda existe a possibilidade de continuarem a amar os seus parceiros. Não respeitaram os mais ferozes inimigos dos relacionamentos conjugais: as obrigações e a rotina.

As obrigações financeiras, Os desgastes na área profissional, Os cuidados com a manutenção da casa, A educação dos filhos, A atividade excessiva de um e a comodidade do outro, ou a atividade excessiva de ambos, A convivência rotineira que constrói uma amizade colorida, ou seja, “amigos que transam vez por outra”.

A rotina gera a monotonia e ela pode se estabelecer nos primeiros anos do casamento, deixando adormecido o “vulcão” do desejo sexual:

“…as suas brasas são brasas de fogo, labaredas do SENHOR. As muitas águas não poderiam apagar esse amor nem os rios afogá-lo” – Ct 8:6,7.

Pequenos distúrbios se transformam em grandes problemas por causa da monotonia e da acomodação, o que poderia ser evitado com reciclagens. Não se pode aceitar passivamente esse jogo que corrói o relacionamento e consome vagarosamente e efetivamente o amor, trazendo destruição. A mudança das circunstâncias desfavoráveis se reverte através do diálogo e de ações deliberadas:

O diálogo franco é a porta para a solução de questões simples e complexas;

O casal deve agendar um compromisso mensal, seja um almoço ou jantar, onde as insatisfações devem ser discutidas de forma franca e madura;

Essa é uma oportunidade para mudanças de comportamentos;

Esse momento pode propiciar a ambos conhecer as insatisfações, bem como os anseios dos parceiros. Não vale fingir que se é feliz, e que não existem insatisfações ou desejos que você gostaria de realizar;

Mudanças de rotas e implementações de planos podem ser combinados nesse encontro;

Não pode haver melindres de ambas as partes.

O casamento em si não resolve o problema de ninguém. O casamento não faz nada por ninguém, o casal é que pode fazer muito pelo casamento.

Os casais que desejam ser felizes:

Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias” – Pv 5:18,19.

Não ficam em cima do muro do casamento;

Sabem o que querem e lutam pelo que desejam conquistar;

Querem aprender tudo sobre relacionamento amoroso e permanente;

Esforçam-se deliberadamente por aquilo que consideram importante para a sua felicidade;

Compartilham sentimentos;

Respeitam, incentivam e dão suporte aos sonhos dos parceiros;

Consideram importante a proximidade: o andar de mãos dadas, o beijo antes de dormir, o dormir encaixadinho, a conversa ao celular, o compartilhar dos fatos do dia e as preocupações com as questões da vida, o cochicho que gera a curiosidade dos filhos;

Quebram a muralha da inibição;

Não constroem defesas psicológicas;

Tem uma comunicação respeitosa, porém, franca e honesta;

Desenvolvem uma harmonia espiritual;

Constroem valores similares;

Consideram indispensável a confiança mútua e permanente;

Não permitem jamais um clima de insegurança;

Não abrem mão da descontração e da informalidades quando estão juntos;

Sinalizam freqüentemente e livremente o amor que sentem um pelo outro;

São responsáveis uns pelo outros e deixam claro o cuidado mútuo.

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