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É PRECISO SABER VIVER

banner-saber-viverHá quem não sabe definir o que é viver, uns vivem pra trabalhar e outros trabalham pra viver, porém, a relação, saber versus viver, sempre estará intrinsicamente ligada ao trabalho e ao descanso.

Não sou louco para apregoar valores no ócio, mas sou lúcido o bastante pra saber que ser viciado no trabalho é um grande problema, e viver não é trabalhar. Há pessoas que trabalham e não vivem e outras que vivem sem trabalhar, penso que as duas opções não são boas.

A luta pela sobrevivência constrói a prisão do corre-corre.

Sobreviver não é viver. A essência da vida está muito além da sobrevida. Ninguém está totalmente livre do corre-corre, mas ser prisioneiro disso é assistir na janela da cela a vida desfilar lá fora.

Todos temos afazeres, compromissos emergenciais, tarefas a cumprir, mas se não soubermos determinar pra nós mesmos a hora de dar um “stop”, vamos nos transformar numa mula de carga, que até quando para está com sobrecarga.

A vida não pode ser definida por uma ou outra coisa, mas por um amplo conjunto de atitudes. Eu disse atitude porque viver a vida é uma decisão pessoal e intransferível.

Quando o trabalho vira um vicio, celebrar a vida enquanto se tem, cai no esquecimento.

Sei que alguém vai dizer: “se eu não trabalhar continuamente eu não vivo”. Porém, eu digo que se você trabalhar continuamente, vai morrer sem ter vivido. A pergunta é: “será que vale a pena se matar trabalhando?”.

O único patrimônio que temos nesse mundo é a nossa vida, e a única forma de viver é definindo o que fazemos com o nosso tempo, ou seja, como utilizamos o tempo pra viver. Sabemos que de um momento para o outro a nossa vida pode simplesmente “evaporar”, pois é, assim como a água que ferve e se perde em vapor. Então precisamos nos indagar sobre o quê estamos fazendo e a forma que estamos vivendo.

Se morrermos brevemente, será que vivemos intensamente? As vezes trabalhamos e nos ocupamos a tal ponto que não percebemos que estamos gastando o nosso tempo sem fazer o que gostamos. Não dedicamos um tempo precioso para investir naquilo que amamos fazer, ou sonhamos realizar.

É triste, porque muita gente morre sem ter cedido a virtude de ter vivido.

Quem vive para o trabalho se torna escravo da crença de que o laser é perda de tempo, e não percebe que perda de tempo é não viver. Penso até que o viciado em trabalho despreza o descanso e o lazer, certamente se acha melhor do que Deus, que descansou depois do trabalho árduo.

Eu na verdade, não tenho medo de morrer, mas tenho muito receio de não saber viver. A sabedoria de viver é fazer com que haja tempo de qualidade para todos os propósitos, sem se escravizar por nenhum deles.

Quem não sabe viver esta vida, não tem sentido algum querer a vida eterna. Não saber viver todos os aspectos da vida, em sua plenitude, é desprezar o dom mais extraordinário dado por Deus aos homens, que é a vida. Nada é maior do que a vida.

A vida eterna garantida aos filhos de Deus é a recompensa para quem sabe valorizar cada segundo desta vida, e a morte é uma boa recompensa para quem não sabe viver.

 
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Publicado por em 23/10/2015 in Uncategorized

 

DISCERNIMENTO

banner_discernimentoHá muita gente confundindo urubu com papagaio, perderam a capacidade de fazer distinção entre as coisas bizarras e as triviais, e no âmbito espiritual virou coisa comum confundir o diabo com Deus.

A cegueira chegou a níveis intoleráveis. As escamas sobre os olhos do entendimento, plantadas pelo deus desse século, “emburreceu” as pessoas que deveriam ter um mínimo de inteligência e visão espiritual.

A falta de discernimento torna a mente dos incautos um verdadeiro parque de diversão do engano, se não fosse trágico, seria uma brincadeira de esconde-esconde, brincar com o demônio como se fosse anjo.

Sem discernimento os crédulos são como folhas ao vento que viajam ao sabor do sopro aquecido dos pulmões do maldito enganador. Tornam-se adeptos das mais esdrúxulas crendices, e sem o senso moral do juízo, sentem-se culpados em julgar que o errado é errado, temerosos de que a mínima possibilidade do fato estar correto, faça com que o certo se ofenda. Com isso, topam acreditar em qualquer parada e abdicam do direito de fazer juízo de causa.

Ora, os mundos espirituais são antagônicos, são enganados os cegos espirituais que ainda não foram curados pela luz da glória do evangelho de Jesus Cristo. Então, não dá pra tolerar os altos índices de ignorância e cegueira, capazes de fazer com que gente de boa fé se contorça, exibindo e manifestando nos seus corpos descontrolados uma espiritualidade resultante das ações dos promotores do reino do enganador, aceitos e aplaudidos como os incendiários de um pentecostalismo idiota e pervertido.

A falta de discernimento espiritual torna os indivíduos crédulos verdadeiros idiotas da fé.

O discernimento nos dá o poder de distinguirmos as obras do diabo, mesmo que sejam muito semelhantes as obras de Deus, afinal, o desempregado Satanás não cria coisa nenhuma, por ser apenas um “macaco de imitação”. Por isso, eu fico enlouquecido vendo os líderes de algumas igrejas imitando o que rola no mundo, implantando em “suas igrejas” como se fossem estratégias pra sei lá o quê.

Quando o Espírito Santo incomoda o coração, fazendo algo parecer estranho, isso é o discernimento querendo entrar em ação.

Ele funciona como um grito de alerta do Espírito Santo dizendo: “sai dessa cara, não tá vendo que é uma roubada?”. Porém, quando não há um sinal sequer da manifestação do dom do discernimento, as coisas acontecem como se fossem as mais normais possíveis, mesmo que se invada o mundo espiritual das trevas, imaginando que se está adentrando no domínio de Deus, o abestalhamento simplesmente adoece o entendimento.

Discernimento é saber fazer distinção, apesar da grande semelhança.

O discernimento é uma ferramenta espiritual que coíbe o engano, é a capacidade de poder enxergar através dos “olhos” do Espírito Santo. O homem natural enxerga o que está diante dos olhos, porém o dom do discernimento o habilita a ver na dimensão do sobrenatural, que discerne intenções do coração, e antevê aquilo que está restrito no âmbito dos pensamentos.

A única ferramenta capaz de retirar a nuvem do engano e da dissimulação do maligno é o discernimento. As nuvens que encobrem as verdadeiras intenções se dissipam diante do discernimento é:

Eu sei, porque simplesmente sei.

O discernimento é capaz de desmascarar o espírito de encantamento. Vejo citado na bíblia apenas uma vez esse espírito enganador, e Paulo o repreendeu depois que levou um certo tempo para identifica-lo. Esse espírito não é fácil pra ser identificado, atua de uma forma que não altera o comportamento de quem está sob o seu efeito, a verdade, os conselhos, e tudo o que dito que contradiz aquilo que encanta o vitimado, não surte qualquer resultado.

Não é raro vermos pessoas absurdamente cegas por uma paixão, um conceito, um comportamento, ou qualquer outra coisa, e usamos até nos expressamos dizendo que parece estar encantado. Mas, parece não, está de fato. Sem o discernimento do Espírito, aquilo que o Espírito mostra através do entendimento, a questão passará batida, e vamos considerar a vitima como alguém obstinado.

Sem discernimento o indivíduo é uma presa fácil do grande enganador.

O discernimento faz distinção entre as vozes semelhantes e identifica de quem elas procedem, se de Deus ou do diabo. Alguns indivíduos podem se escandalizar com essa afirmação, porque acreditam numa voz meiga e suave vinda de Deus, e muita rouca e ruidosa vinda do diabo. Ora, já viu alguém que é chamado de enganador não saber imitar? Ora, Satanás conhece muito bem a voz de Deus, e é tão hábil que a maioria não sabe fazer a distinção entre quem é quem.

Só há uma saída:

Ou temos o dom do discernimento, ou seremos enganados.

 
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Publicado por em 25/09/2015 in Uncategorized

 

O NOSSO TRABALHO DE CADA DIA

O nosso trabalho de cada diaAntigamente o trabalhador mostrava orgulhoso os calos que engrossavam as suas mãos e eram as provas incontestáveis do seu labutar. Uau, o cara é trabalhador! Essa era a expressão apreciativa de quem comprovava o trabalho daquele que suava a camisa pra ganhar o pão de cada dia.

Bem, as coisas mudaram muito, graças a Deus. Não precisamos ter calos nas mãos, talvez fosse até melhor, porque hoje o que temos de sobra é a alta temperatura do stress que esquenta os nossos miolos.

A grande verdade é que devemos sim nos orgulhar do nosso trabalho. É isso, podemos sentir orgulho de colocarmos as capacitações em operação produtiva, que gera em nosso ser a agradável sensação de estarmos sendo frutíferos e realizados.

É cada vez mais raro encontrarmos indivíduos que se orgulham do que fazem, porque em vias gerais, as pessoas fazem coisas pra ganharem dinheiro e não para exercerem os seus talentos.

Ora, eu sei que nem sempre fazemos o que gostamos, mas mesmo assim, precisamos fazer tudo o que vier às nossas mãos, com alegria, e enquanto não fazemos o que gostamos, colocamos a mão na massa pra fazermos o que podemos, e certamente um dia as portas se abrirão e poderemos trabalhar naquilo que de fato nos dá grande prazer.

Uma coisa é certa, é indigno o indivíduo deixar de trabalhar porque não apareceu o serviço que gosta. Ora bolas, enquanto isso vai morrer de fome?

Quando olhamos para as nossas mãos vemos o poder criativo que nelas estão depositadas, e ao movimenta-las manuseando as ferramentas adequadas, trazemos à existência os resultados do nosso talento.

O trabalho de nossas mãos é o exercício das capacitações e a expressão dos nossos talentos, e o resultado do trabalho, aquilo que produzimos, proclama e perpetua os nossos talentos.

Quando estamos trabalhando, estamos exercendo a nossa dignidade, porque é uma honra poder revelar aptidões, sendo um núcleo gerador de resultados, um mecanismo de alta produtividade que contribui com o meio à sua volta.

Somos remunerados quando vendemos o nosso tempo, e usamos o tempo para colocar em ação os nossos talentos.

Esse reconhecimento da importância e do valor do nosso tempo, que traz retorno em forma de dinheiro, nos causa um bem estar por sabermos que ganhamos dignamente os recursos para mantermos as nossas famílias e realizarmos os nossos sonhos.

Um indivíduo que trabalha só pelo dinheiro, não ama o que faz e não tem integridade para exercitar talentos. A moeda não expressa a sua dignidade, e muito menos aquilo que foi criado pelas nossas mãos. Nem um valor é agregado ao seu ganho, nenhum orgulho pode ser ostentado. São apenas cédulas que vem e se vão, sem produzir resultados na alma do indivíduo.

Quem trabalha por dinheiro, o faz apenas para matar a sua fome e pagar as suas contas. É como um burro de carga que tem a sua fome saciada, sem jamais mudar a sua essência.

É ridículo ver indivíduos que ocupam espaços em organizações apenas para terem um salario no fim do mês. Esses jamais crescerão e prosperarão, nunca serão pessoas que exercerão os seus talentos, nunca serão promovidos, pois estão desprovidos da compreensão de que estão diante da grande oportunidade de desenvolveram as suas habilidades para galgarem lugares mais elevados, e receberem recompensas mais expressivas.

Aquele que trabalha com alegria e prazer, consciente de que o trabalho de suas mãos é reconhecido, e que cada recompensa é merecida, constrói um caminho que os levará até o topo do cume chamado conquista.

O trabalho das nossas mãos se torna uma obra de arte que expressa o nosso talento e nos proporciona recompensas.

 
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Publicado por em 14/09/2015 in Uncategorized

 

CASAMENTO: PREVENÇÃO CONTRA A PROSTITUIÇÃO

imagesA insatisfação sexual gerada não apenas pela abstinência produz desequilíbrio emocional e espiritual. A abstinência torna a pessoa vulnerável aos ataques de Satanás, e se fraquejar se prostituirá:

Mas eu digo: já que existe tanta imoralidade sexual, cada homem deve ter a sua própria esposa, e cada mulher, o seu próprio marido. O homem deve cumprir o seu dever como marido, e a mulher também deve cumprir o seu dever como esposa. A esposa não manda no seu próprio corpo; quem manda é o seu marido. Assim também o marido não manda no seu próprio corpo; quem manda é a sua esposa. Que os dois não se neguem um ao outro, a não ser que concordem em não ter relações por algum tempo a fim de se dedicar à oração. Mas depois devem voltar a ter relações, a fim de não caírem nas tentações de Satanás por não poderem se dominar” – 1 Coríntios 7: 2-5.

O casamento é uma prevenção contra a imoralidade sexual, e o sexo não é apenas um prazer, mas um dever prazeroso. No casamento a doação comanda o jogo da relação, porque o casal disponibiliza os seus corpos para o prazer do outro.

Na relação sexual o desejo que prevalece em ambos é agradar, estimular, e satisfazer o outro, nesse interessante jogo os dois saem ganhando. O verbo negar não deve ser usado, a não ser com o único propósito de aplicar-se a oração, mesmo assim, mediante a concordância do parceiro, e por pouco tempo, porque com a abstinência sexual não se brinca, ela é a porta de entrada da tentação e da possibilidade de adultério.

Esses simples detalhes podem salvar o parceiro de uma queda diante da tentação, ou você acha que o seu parceiro não é tentado? O jogo na rua ou no convívio com colegas de trabalho é pesado nesse mundo desmoralizado, e isso envolve seduzir aquele que interessa. Se alguém está afim de transar com uma pessoa, não tenha dúvida de que vai partir pra cima, sem se importar se tem vínculos matrimoniais ou não, é um jogo sem regras.

Saiba que parceiros desavisados estão competindo sem ter consciência disso.

Pra sua informação, oração não previne a tentação. Prevenção contra a tentação é a relação sexual. É preciso deixar essa espiritualidade capenga de lado e ser parceiro sexual de quem você se aliançou, mantendo-o saciado sexualmente, isso sem falar nas demais áreas relacionais.

É bom que se diga – ao contrário do que é crido no meio não cristão – que no casamento não temos o poder sobre o próprio corpo, mas quem detém esse poder é o parceiro(a). O casamento deve ser a expressão máxima da intimidade, e intimidade é o processo de revelação mútua que nos leva a nos entregarmos completamente a outra pessoa no mistério que chamamos de amor.

A intimidade exige que deixemos a outra pessoa descobrir o que nos emociona, o que nos inspira, o que nos motiva, o que nos angustia, os nosso desejos, receios, falhas, os sentimentos mais mesquinhos, os sonhos loucos e maravilhosos que guardamos em nossos corações.

Para criar intimidade precisamos abrir mão do poder que temos sobre nós mesmos e ceder ao parceiro essa autoridade.

Para criar intimidade precisamos estar dispostos a tirar nossas máscaras e baixar nossas defesas, deixar de lado nossos fingimentos e revelar a nossa verdade. Dar intimidade é o maior presente que oferecemos a pessoa amada, permitindo que nos veja simplesmente como somos, com nossas forças e fraquezas, erros e acertos, fracassos e sucessos, defeitos e talentos.

Em sua forma mais pura, a intimidade é um compartilhamento completo e irrestrito do eu. Abrir mão o poder que temos sobre nós mesmos é a concepção da plenitude da doação que tem em vista a satisfação da pessoa amada. É negar o autocentrismo, afinal, ninguém pode ter intimidade se pensar apenas em satisfazer a si mesmo.

O texto que citei no cabeçalho diz “que os dois não se neguem um ao outro”. Isso não deve ser apenas sexualmente, porque alguém pode ter relações sexuais com seu cônjuge, sem se entregar plenamente ao outro, mantendo o domínio de si mesmo.

Dentro de nós existe uma história que precisa ser contada.

Nos entregamos de fato quando compartilhamos a nossa história, pois a história nos ajuda a lembrar quem somos, de onde viemos e o que é mais importantes em nossa vida. A entrega plena permite ao casal construir uma história de amor que os ajuda a não perder o fio da meada de suas vidas e a conservarem suas identidades saudáveis.

Qual é a história do seu relacionamento? A resposta precisa estar na ponta da língua, e a menos que o casal consiga recuperar a história do amor que os uniu, das lutas enfrentadas e das alegrias divididas, para celebrarem justos suas trajetórias, a deterioração do relacionamento caminhará para um rompimento inevitável, ou levará a uma vida de desespero mútuo e silencioso, num casamento que adoeceu.

Isolados e sozinhos ficamos sem referência, sujeitos a todo tipo de fantasia sobre nós mesmos. Os parceiros, seja no casamento ou em uma relação profunda de amizade, nos mantêm presos à realidade, arrancando-nos de nossos mundos imaginários. Eles não permitem que nos enganemos a respeito de nós mesmos.

Se não alimentarmos de forma saudável o poço sem fundo criado pela ausência de intimidade, acabamos alimentando-o de formas autodestrutivas. Alguns tentam preencher o vazio com álcool, uns com compras, outros com drogas. Muitos irão preenchê-lo com uma série interminável de relacionamentos de curta duração, praticando o adultério e se autoconsumindo, com experiências sexuais fúteis e destruidoras. O resultado é um vazio cada vez maior.

Todos os vícios sexuais são tentativas pouco saudáveis de preencher o vazio criado pela falta de intimidade verdadeira.

O sexo no casamento não é apenas uma prevenção contra a prostituição, mas o sexo no casamento é um instrumento poderoso em nossa busca de crescimento. Está aí o grande segredo a ser desvendado para quem deseja ser uma pessoa melhor, e conseguir associar sexualidade sadia com intimidade plena.

O destino cruel do casamento pode ser mudado.

Todas as coisas podem ser tornadas novas, em estado de lua de mel, quando a essência da nossa existência passa a ser nos tornarmos uma pessoa melhor e contribuirmos substancialmente para que a pessoa amada seja melhor a cada dia.

A restauração da beleza conjugal se inicia com atitudes consistentes, onde a primeira delas é o arrependimento e a firme disposição em pedirem perdão pelas atitudes destrutivas, e o compromisso de se entregarem sem reservas, de crescerem nos estágios da intimidade e na firme disposição de estarem juntos para sempre, orando juntos um pelo outro e por sua casa:

Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas” – Ap 2:4,5.

 

Algumas pequenas menções, foram citações aleatórias do livro “Os sete níveis da intimidade” de Matthew Kell, Editora Sextante.

 
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Publicado por em 27/08/2015 in Uncategorized

 

O CURRÍCULO DA ESCOLA DE DISCIPULADO DE JESUS

PORTO.Imagem_Disc_pulosNa escola de Jesus Cristo não se matricula quem quer, mas os alunos são escolhidos e chamados conforme um processo seletivo próprio do Mestre.

O candidato precisa dedicar um grande tempo ao aprendizado.

O cumprimento da grade curricular dura em média três anos intensivos. Mesmo assim o aluno não está liberado para o exercício ministerial.

Há aulas teóricas sobre as coisas da vida, sobre o ministério do Messias, sobre o Reino e sobre a eternidade.

Há aulas práticas com o mestre.

Há testes para avaliação do nível do aprendizado.

Há provas nas áreas comportamentais, psicológicas, emocionais e espirituais.

Há correção ao serem verificadas falhas e erros.

Aprendem a se relacionar consigo mesmo, entre si e com os outros.

Aprendem a gerar provisão a partir da fé.

Aprendem a lidar com a pressão, a fama, a perseguição, a privação da liberdade e a morte.

Aprendem sobre o exercício da autoridade sobre as enfermidades, a natureza, a provisão, os demônios e até sobre a morte.

Aprendem sobre a natureza do poder, como e por quê exercê-lo.

São provados sobre a fidelidade e o amor ao Mestre.

Aprendem sobre roubo e traição de um amigo próximo.

Aprendem sobre o caráter de satanás.

Aprendem a conhecerem a si mesmos, as suas próprias fraquezas, e são confrontados em sua fé ao se verem diante da perda do Mestre.

Aprendem sobre a ressurreição e a vida.

Aprendem sobre um Deus com um corpo glorificado.

Aprendem sobre ascensão e arrebatamento.

Depois de todas as aulas teóricas e práticas, precisam ficar esperando o dia da formatura.

Finalmente são liberados para o exercício do chamado, após receberem do alto um revestimento de poder, através da manifestação do Espírito Santo.

 
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Publicado por em 05/08/2015 in Uncategorized

 

DISCÍPULOS DA SERPENTE

Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios”. 

1 Timóteo 4:1

 capa_7_1263257291_serpente1No Jardim de Deus havia uma “serpente”, e essa mesma “serpente” rasteja sorrateira no jardim de Cristo, a Sua congregação.

Os discípulos da “serpente” rastejam no nível mais inferior do solo moral, infiltrados no ambiente do domínio de Deus.

Os filhos da “serpente” trazem lama moral para o ambiente de Cristo, depois de rastejarem o ventre na podridão do pecado.

A “serpente” sempre está grávida de argumentos, para poder introduzir as suas doutrinas na mente dos filhos de Deus, e transformá-los em filhos estranhos que circulam livremente no jardim de Cristo, a Sua igreja (congregação).

Os filhos estranhos adoram a Deus, prostram-se diante d’Ele, mas não se parecem com Ele. Não foram transformados pela glória do evangelho de Cristo, portanto não possuem a semelhança de Cristo.

Quando os filhos se recusam seguirem os ensinamentos do Pai, optam por serem semelhantes à aquilo que praticam. São oriundos da carne, filhos carnais, sem semelhança espiritual com Deus, e são vistos por Deus como filhos estranhos.

A “serpente” pariu as suas doutrinas e engravidou os filhos que eram de Deus, e se tornaram filhos estranhos, que dão continuidade à sua missão: enganar e confundir os filhos de Deus, dentro do ambiente de Deus.

 
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Publicado por em 10/07/2015 in Uncategorized

 

FERIDAS DA ALMA

almapaix“Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?”

Mc 8:36

A casa pode estar limpa e cheirosa, mas se o banheiro estiver sujo, certamente contaminará toda a casa, assim, uma alma doente contamina todo o corpo.

Quando a sombra das agruras do passado encobrem o presente, a vida adoece, a alma fica enferma. Uma vida sem os princípios divinos enlameiam a alma e faz com que paire sobre ela uma horrível expectação de juízo.

Há prisioneiros de ações condenáveis, que mesmo depois de Jesus Cristo ter aberto a porta da prisão, optaram por permanecerem trancafiados em suas práticas pecaminosas.

Se o “banheiro” da alma não estiver totalmente limpo, a sujeita oculta, um dia virá a tona e causará escândalo.

Há fedores terríveis da alma que o próprio indivíduo sente repulsa. No entanto, habituou-se com a lama, adaptando-se a uma vida que tem consciência de que o condenará por uma eternidade.

Não se pode limpar um ambiente de propositalmente está trancado.

A limpeza desse núcleo que ninguém pode violar, se dá através do convite ao Espírito Santo para que entre naquilo que nós não queremos compartilhar, e sem resistências permitamos o Seu acesso aos nossos piores fedores, para que faça uma faxina intensa com o sangue de Jesus Cristo e nos purifique, higienizando tudo o que está contaminado.

Limpar a alma é tão fundamental quanto colocar o corpo de molho e dar um bom banho. Se não houver uma cura para as feridas da alma, um banho intenso e pleno na Palavra, elas irão feder e contaminar a vida. Assim como uma alma limpa é uma alma salva, uma alma suja é uma alma perdida.

Uma alma curada dá origem a um novo homem, criado segundo Deus, em verdade, justiça e santidade.

Uma alma curada se torna absolutamente livre, fazendo com que o indivíduo seja capaz de optar pela melhor escolha, liberto para dizer sim ou não, sem tendências escravagistas que o inclinam e o submetem ao jugo que o faz ceder à tentação, para praticar o pecado. Alma curada é ter o poder de dizer não à pratica pecaminosa.

A síndrome do “Lázaro morto” – aquele que fede – aterroriza muita gente, mas Jesus quer soprar o folego de uma nova vida, para escrever uma nova história. Ao salvar a alma, Jesus Cristo a cura das chagas horríveis, através do novo nascimento, afinal, o novo vem revestido da perfeição de Deus.

 
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Publicado por em 26/06/2015 in Uncategorized

 
 
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