OS NOSSOS ALVOS

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Sem um alvo você pode chegar a qualquer lugar, mas nunca chegará ao lugar do seu destino.

A ausência de um alvo é um caminho seguro para a frustração.

Há pessoas que vivem tão ocupadas que não sobra tempo para investirem nos seus alvos.

A pré-ocupação não permite que o indivíduo se ocupe com o que pode lhe dar o melhor da vida.

A ocupação corrói o tempo do empreender.

Deus usa aqueles que se esvaziam das suas ocupações, para se ocuparem em construir um veículo que os levará para um mundo melhor.

Um alvo é uma estação, nunca o destino.

Todos nós para chegarmos ao nosso destino precisamos passar pelas estações dos alvos.

Um alvo é a certeza de que há um lugar para chegar, uma meta a alcançar, uma vitória para comemorar.

Quando você estabelece um alvo está profetizando aonde vai chegar.

Um alvo é uma conta de débito a qual somos chamados a prestar relatório do quanto avançamos e conquistamos.

DÍVIDA É OBRIGAÇÃO

dividas11Quem gerou uma dívida sabe que contraiu uma obrigação com o seu credor.

O devedor não tem que dar explicação, mas satisfação de como quitará o seu débito.

Todo devedor tem no seu credor um senhor ao qual deve obrigação.

Quem contrai uma dívida, assume um risco.

Caloteiro é aquele que faz de tudo pra não pagar a dívida, ou para postergar a sua obrigação.

O devedor que se comporta como um enganador financeiro, terá o seu nome chamuscado e a sua reputação arranhada.

Se o devedor não paga, cabe ao credor cobrar, quem deve não tem o direito de ficar com raiva.

É coisa de mal caráter pegar emprestado um dinheiro que não pode pagar.

Seja rápido para pagar o que deve, assim como é ágil em pedir emprestado.

Quem foge do seu credor se esconde atrás do seu mau caráter.

Dever é normal, o anormal é não pagar o que deve.

Se você não gosta de ser cobrado, pague conforme o combinado.

A dívida contraída é um contrato que deve ser honrado como combinado, pois a palavra empenhada deve valer mais que uma assinatura.

UM LUGAR DE VITÓRIAS

conquistaPorque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamento de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.”

Jr 29:11

O lugar onde Deus quer nos colocar, quebra toda a estrutura da pobreza, da miséria, da escassez e das doenças.

Deus não trata com pobres coitados, se fosse assim você jamais teria chances, porque sempre há alguém em situação pior que a sua.

Leve ao Rei da Glória as suas causas, não as suas queixas, e certamente você vai encontrar misericórdia.

O favor do Senhor não é liberado pra quem persiste ficar prostrado em suas mediocridades, dando desculpas quando deveria ter atitudes.

Ninguém recebe o favor do Rei da Glória se não acreditar que Ele estenderá o Seu cetro de ouro, liberando o Seu favor.

Os problemas que você acha que não são seus, por isso não ajuda a resolvê-los, amanhã estarão à sua porta e se tornarão seus companheiros.

Se você não faz para o Rei da Glória, e o seu reino o que precisa ser feito, Deus usará outra pessoa para que os seus favores sejam liberados.

Os favores do Senhor, o Rei da Glória, não podem ficar retidos.

Entrar na presença do Rei da Glória para obter os seus favores, além de confiança, exige sacrifício pessoal, coletivo e cooperação.

Na maioria das vezes Deus trabalha por nós enquanto a gente não vê.

A memória de Deus é viva, e nada que se tenha investido ficará sem a recompensa dos seus favores.

Deus decidiu recompensar tudo o que se faz pra Ele.

Não há uma semeadura que não contenha uma instrução invisível de colheita.

Até na eternidade Deus garante recompensa, e todos os que trabalharam receberão galardão.

Vilões ameaçadores se levantarão contra nós, mas nenhum deles nos prejudicará se estivermos dentro da vontade de Deus.

Sacrifício, privação e renúncia hoje, é garantia de deleite no amanhã.

Protelar responsabilidades e decisões é retardar a liberação dos favores de Deus.

Precisamos ser um veículo de mudanças e transformações no meio em que vivemos.

A providência divina fará surgir pessoas e circunstâncias favoráveis na hora da nossa necessidade.

Os nossos feitos não estão mortos, mas aguardando recompensa, porque estão registrados nos livros memoráveis de Deus.

É tempo do favor de Deus nas nossas vidas, das memórias dos nossos sacrifícios produzirem resultados e serem honrados.

Tudo o que as adversidades e adversários fazem, no intuito de suprimir coisas da nossa vida, é do conhecimento de Deus.

No dia da vitória, enquanto sorrimos e festejamos, os adversários serão tragados por suas angústias.

Ninguém que se propõe ao mal, mesmo que o negue usando aparência da piedade, permanecerá oculto o tempo inteiro.

Um dia os males que foram praticados em oculto, será revelado, então trará humilhação e vergonha.

PERDÃO

2341_perdao1E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” – Mt 6:12

Não há pecado que Jesus não perdoe, mas a questão é o indivíduo se perdoar, porque é mais pratico se punir com o remorso perpétuo.

Perdoar é aceitar tirar dos ombros um fardo inútil para se sentir leve e prosseguir com a vida.

Perdoar não é retornar ao estágio anterior e nem começar de onde se parou, mas é retomar a caminhada na vida sem carregar o peso inútil.

Perdoar não é um ato de amor ao próximo, mas a demonstração do amor que se tem por si mesmo.

O perdão começa com uma crise de vontade de perdoar.

Quem não perdoa, não se ama.

Perdoar é se auto liberar.

A melhor coisa do mundo é não “pisar na bola”, pra depois não ter que pedir perdão.

A facilidade ou a dificuldade de se pedir perdão está para a humildade ou a soberba do indivíduo.

Quem perdoa se libera pra prosseguir a vida sem carregar um peso morto.

É PRECISO SABER VIVER

banner-saber-viverHá quem não sabe definir o que é viver, uns vivem pra trabalhar e outros trabalham pra viver, porém, a relação, saber versus viver, sempre estará intrinsicamente ligada ao trabalho e ao descanso.

Não sou louco para apregoar valores no ócio, mas sou lúcido o bastante pra saber que ser viciado no trabalho é um grande problema, e viver não é trabalhar. Há pessoas que trabalham e não vivem e outras que vivem sem trabalhar, penso que as duas opções não são boas.

A luta pela sobrevivência constrói a prisão do corre-corre.

Sobreviver não é viver. A essência da vida está muito além da sobrevida. Ninguém está totalmente livre do corre-corre, mas ser prisioneiro disso é assistir na janela da cela a vida desfilar lá fora.

Todos temos afazeres, compromissos emergenciais, tarefas a cumprir, mas se não soubermos determinar pra nós mesmos a hora de dar um “stop”, vamos nos transformar numa mula de carga, que até quando para está com sobrecarga.

A vida não pode ser definida por uma ou outra coisa, mas por um amplo conjunto de atitudes. Eu disse atitude porque viver a vida é uma decisão pessoal e intransferível.

Quando o trabalho vira um vicio, celebrar a vida enquanto se tem, cai no esquecimento.

Sei que alguém vai dizer: “se eu não trabalhar continuamente eu não vivo”. Porém, eu digo que se você trabalhar continuamente, vai morrer sem ter vivido. A pergunta é: “será que vale a pena se matar trabalhando?”.

O único patrimônio que temos nesse mundo é a nossa vida, e a única forma de viver é definindo o que fazemos com o nosso tempo, ou seja, como utilizamos o tempo pra viver. Sabemos que de um momento para o outro a nossa vida pode simplesmente “evaporar”, pois é, assim como a água que ferve e se perde em vapor. Então precisamos nos indagar sobre o quê estamos fazendo e a forma que estamos vivendo.

Se morrermos brevemente, será que vivemos intensamente? As vezes trabalhamos e nos ocupamos a tal ponto que não percebemos que estamos gastando o nosso tempo sem fazer o que gostamos. Não dedicamos um tempo precioso para investir naquilo que amamos fazer, ou sonhamos realizar.

É triste, porque muita gente morre sem ter cedido a virtude de ter vivido.

Quem vive para o trabalho se torna escravo da crença de que o laser é perda de tempo, e não percebe que perda de tempo é não viver. Penso até que o viciado em trabalho despreza o descanso e o lazer, certamente se acha melhor do que Deus, que descansou depois do trabalho árduo.

Eu na verdade, não tenho medo de morrer, mas tenho muito receio de não saber viver. A sabedoria de viver é fazer com que haja tempo de qualidade para todos os propósitos, sem se escravizar por nenhum deles.

Quem não sabe viver esta vida, não tem sentido algum querer a vida eterna. Não saber viver todos os aspectos da vida, em sua plenitude, é desprezar o dom mais extraordinário dado por Deus aos homens, que é a vida. Nada é maior do que a vida.

A vida eterna garantida aos filhos de Deus é a recompensa para quem sabe valorizar cada segundo desta vida, e a morte é uma boa recompensa para quem não sabe viver.

DISCERNIMENTO

banner_discernimentoHá muita gente confundindo urubu com papagaio, perderam a capacidade de fazer distinção entre as coisas bizarras e as triviais, e no âmbito espiritual virou coisa comum confundir o diabo com Deus.

A cegueira chegou a níveis intoleráveis. As escamas sobre os olhos do entendimento, plantadas pelo deus desse século, “emburreceu” as pessoas que deveriam ter um mínimo de inteligência e visão espiritual.

A falta de discernimento torna a mente dos incautos um verdadeiro parque de diversão do engano, se não fosse trágico, seria uma brincadeira de esconde-esconde, brincar com o demônio como se fosse anjo.

Sem discernimento os crédulos são como folhas ao vento que viajam ao sabor do sopro aquecido dos pulmões do maldito enganador. Tornam-se adeptos das mais esdrúxulas crendices, e sem o senso moral do juízo, sentem-se culpados em julgar que o errado é errado, temerosos de que a mínima possibilidade do fato estar correto, faça com que o certo se ofenda. Com isso, topam acreditar em qualquer parada e abdicam do direito de fazer juízo de causa.

Ora, os mundos espirituais são antagônicos, são enganados os cegos espirituais que ainda não foram curados pela luz da glória do evangelho de Jesus Cristo. Então, não dá pra tolerar os altos índices de ignorância e cegueira, capazes de fazer com que gente de boa fé se contorça, exibindo e manifestando nos seus corpos descontrolados uma espiritualidade resultante das ações dos promotores do reino do enganador, aceitos e aplaudidos como os incendiários de um pentecostalismo idiota e pervertido.

A falta de discernimento espiritual torna os indivíduos crédulos verdadeiros idiotas da fé.

O discernimento nos dá o poder de distinguirmos as obras do diabo, mesmo que sejam muito semelhantes as obras de Deus, afinal, o desempregado Satanás não cria coisa nenhuma, por ser apenas um “macaco de imitação”. Por isso, eu fico enlouquecido vendo os líderes de algumas igrejas imitando o que rola no mundo, implantando em “suas igrejas” como se fossem estratégias pra sei lá o quê.

Quando o Espírito Santo incomoda o coração, fazendo algo parecer estranho, isso é o discernimento querendo entrar em ação.

Ele funciona como um grito de alerta do Espírito Santo dizendo: “sai dessa cara, não tá vendo que é uma roubada?”. Porém, quando não há um sinal sequer da manifestação do dom do discernimento, as coisas acontecem como se fossem as mais normais possíveis, mesmo que se invada o mundo espiritual das trevas, imaginando que se está adentrando no domínio de Deus, o abestalhamento simplesmente adoece o entendimento.

Discernimento é saber fazer distinção, apesar da grande semelhança.

O discernimento é uma ferramenta espiritual que coíbe o engano, é a capacidade de poder enxergar através dos “olhos” do Espírito Santo. O homem natural enxerga o que está diante dos olhos, porém o dom do discernimento o habilita a ver na dimensão do sobrenatural, que discerne intenções do coração, e antevê aquilo que está restrito no âmbito dos pensamentos.

A única ferramenta capaz de retirar a nuvem do engano e da dissimulação do maligno é o discernimento. As nuvens que encobrem as verdadeiras intenções se dissipam diante do discernimento é:

Eu sei, porque simplesmente sei.

O discernimento é capaz de desmascarar o espírito de encantamento. Vejo citado na bíblia apenas uma vez esse espírito enganador, e Paulo o repreendeu depois que levou um certo tempo para identifica-lo. Esse espírito não é fácil pra ser identificado, atua de uma forma que não altera o comportamento de quem está sob o seu efeito, a verdade, os conselhos, e tudo o que dito que contradiz aquilo que encanta o vitimado, não surte qualquer resultado.

Não é raro vermos pessoas absurdamente cegas por uma paixão, um conceito, um comportamento, ou qualquer outra coisa, e usamos até nos expressamos dizendo que parece estar encantado. Mas, parece não, está de fato. Sem o discernimento do Espírito, aquilo que o Espírito mostra através do entendimento, a questão passará batida, e vamos considerar a vitima como alguém obstinado.

Sem discernimento o indivíduo é uma presa fácil do grande enganador.

O discernimento faz distinção entre as vozes semelhantes e identifica de quem elas procedem, se de Deus ou do diabo. Alguns indivíduos podem se escandalizar com essa afirmação, porque acreditam numa voz meiga e suave vinda de Deus, e muita rouca e ruidosa vinda do diabo. Ora, já viu alguém que é chamado de enganador não saber imitar? Ora, Satanás conhece muito bem a voz de Deus, e é tão hábil que a maioria não sabe fazer a distinção entre quem é quem.

Só há uma saída:

Ou temos o dom do discernimento, ou seremos enganados.

O NOSSO TRABALHO DE CADA DIA

O nosso trabalho de cada diaAntigamente o trabalhador mostrava orgulhoso os calos que engrossavam as suas mãos e eram as provas incontestáveis do seu labutar. Uau, o cara é trabalhador! Essa era a expressão apreciativa de quem comprovava o trabalho daquele que suava a camisa pra ganhar o pão de cada dia.

Bem, as coisas mudaram muito, graças a Deus. Não precisamos ter calos nas mãos, talvez fosse até melhor, porque hoje o que temos de sobra é a alta temperatura do stress que esquenta os nossos miolos.

A grande verdade é que devemos sim nos orgulhar do nosso trabalho. É isso, podemos sentir orgulho de colocarmos as capacitações em operação produtiva, que gera em nosso ser a agradável sensação de estarmos sendo frutíferos e realizados.

É cada vez mais raro encontrarmos indivíduos que se orgulham do que fazem, porque em vias gerais, as pessoas fazem coisas pra ganharem dinheiro e não para exercerem os seus talentos.

Ora, eu sei que nem sempre fazemos o que gostamos, mas mesmo assim, precisamos fazer tudo o que vier às nossas mãos, com alegria, e enquanto não fazemos o que gostamos, colocamos a mão na massa pra fazermos o que podemos, e certamente um dia as portas se abrirão e poderemos trabalhar naquilo que de fato nos dá grande prazer.

Uma coisa é certa, é indigno o indivíduo deixar de trabalhar porque não apareceu o serviço que gosta. Ora bolas, enquanto isso vai morrer de fome?

Quando olhamos para as nossas mãos vemos o poder criativo que nelas estão depositadas, e ao movimenta-las manuseando as ferramentas adequadas, trazemos à existência os resultados do nosso talento.

O trabalho de nossas mãos é o exercício das capacitações e a expressão dos nossos talentos, e o resultado do trabalho, aquilo que produzimos, proclama e perpetua os nossos talentos.

Quando estamos trabalhando, estamos exercendo a nossa dignidade, porque é uma honra poder revelar aptidões, sendo um núcleo gerador de resultados, um mecanismo de alta produtividade que contribui com o meio à sua volta.

Somos remunerados quando vendemos o nosso tempo, e usamos o tempo para colocar em ação os nossos talentos.

Esse reconhecimento da importância e do valor do nosso tempo, que traz retorno em forma de dinheiro, nos causa um bem estar por sabermos que ganhamos dignamente os recursos para mantermos as nossas famílias e realizarmos os nossos sonhos.

Um indivíduo que trabalha só pelo dinheiro, não ama o que faz e não tem integridade para exercitar talentos. A moeda não expressa a sua dignidade, e muito menos aquilo que foi criado pelas nossas mãos. Nem um valor é agregado ao seu ganho, nenhum orgulho pode ser ostentado. São apenas cédulas que vem e se vão, sem produzir resultados na alma do indivíduo.

Quem trabalha por dinheiro, o faz apenas para matar a sua fome e pagar as suas contas. É como um burro de carga que tem a sua fome saciada, sem jamais mudar a sua essência.

É ridículo ver indivíduos que ocupam espaços em organizações apenas para terem um salario no fim do mês. Esses jamais crescerão e prosperarão, nunca serão pessoas que exercerão os seus talentos, nunca serão promovidos, pois estão desprovidos da compreensão de que estão diante da grande oportunidade de desenvolveram as suas habilidades para galgarem lugares mais elevados, e receberem recompensas mais expressivas.

Aquele que trabalha com alegria e prazer, consciente de que o trabalho de suas mãos é reconhecido, e que cada recompensa é merecida, constrói um caminho que os levará até o topo do cume chamado conquista.

O trabalho das nossas mãos se torna uma obra de arte que expressa o nosso talento e nos proporciona recompensas.