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A DOR DO REMORSO

A dor do RemorsoQuando alguém pratica algum ato que fere as suas bases de crenças, ou o seu código moral, passa a ter uma sensação mais duradoura e mais intensa do que a tristeza: o remorso.

Ao mesmo tempo, o indivíduo sente uma certa resignação porque entende que está sendo punido merecidamente. Punido por ter agido de forma indigna, punição por aquilo que não deveria ter dito ou não deveria ter feito.

O remorso é um sentimento presente mas está atrelado a fatos passados e mal resolvidos. Ele persiste até que o indivíduo adoeça a sua alma ou se liberte, tratando de maneira decente aquilo que feriu o princípio que rege a sua ética.

O remorso fez Pedro, discípulo de Jesus, chorar amargamente.

O remorso tem o poder de massacrar o corpo e escravizar a alma sem que o indivíduo perceba de imediato os seus terríveis malefícios, que podem se transformar em doenças das mais variadas.

Em algum momento da nossa vida sentimos remorso. Ele pode ser também um sinalizador de que nos preocupamos ou deveríamos nos preocupar com algo importante que temos a aprender. E assim servir de aprendizado para que possamos fazer melhores escolhas no futuro.” – (Fonte: Wikipedia)

O remorso pode fazer o indivíduo se sentir um fracassado, trazendo desapontamento e frustrações, e esse sentimento certamente o prejudicará: embaçando a visão sobre a vida e suas realizações, neutralizando todo potencial e impedindo que o poder das atitudes presentes deem prosseguimento à vida como um todo.

Todas as emoções e sentimentos, sejam positivos ou negativos, são benéficos mas, quando extrapolam os limites da saúde física, mental e espiritual, passam a ser um problema que requer a ajuda de alguém com experiência para cooperar no processo de cura.

Após trair Jesus, Pedro o vê de longe sendo interrogado pelos seus algozes. Jesus se virou lentamente e o seu olhar penetrou profundamente a alma de Pedro (ele tinha acabado de negar a Cristo). A sua atitude colidiu violentamente com aquilo que ele tinha prometido ao Mestre mas, o maior desastre, ocorreu no seu código de ética. Pedro soube que a sua integridade tinha se esfacelado.

Pedro descobriu que ele não era quem pensava ser e então correu para longe e chorou amargamente. Pedro sentiu remorso. A amargura dominou a sua alma porque ele traiu todos os sentimentos positivos que estavam atrelados ao seu amor pelo Mestre. A sua atitude contradisse as suas palavras.

Jesus foi morto e sepultado. Pedro se abateu. O líder estava terrivelmente ferido.

Assim está a vida de muita gente. E pior: o que fazer quando aquele que traímos está morto?

Quando Jesus Cristo ressuscitou, uma das prioridades foi mandar um recado direto para Pedro através das mulheres que tiveram o privilégio de ter um encontro exclusivo com o Mestre: “diga a Pedro que Eu ressuscitei”.

Por que esse recado específico a Pedro? Ele era um homem de princípios e emoções fortes e Jesus sabia do estado da sua alma, doente por causa do remorso. Saber que Jesus estava vivo era a solução para Pedro consertar as coisas, porque ele tinha caráter e coragem suficientes para olhar o Mestre nos olhos e mostrar, não só arrependimento, mas a sua verdadeira adoração e amor.

Pedro tinha levado o sentimento oriundo de um coração contrito e quebrantado para o lado negro e extremo do arrependimento: o remorso.

Eu posso imaginar Pedro falando para si mesmo, depois que saiu em alucinada fuga, desesperado com o profundo olhar do Mestre: “se Ele não ressuscitar eu não me perdoarei”.

O arrependimento de Pedro era o bastante para adquirir perdão de Jesus Cristo, para aliviar a sua carga de culpa e sofrimento e para restaurar o seu espírito destemido. Pedro correu em busca do Mestre Vivo, o recado foi aceito em seu coração e trouxe alívio à sua pesada carga.

O arrependimento leva à aceitação do perdão, alivia o peso insuportável da carga e libera o ofensor para um encontro de amor com o ofendido. No arrependimento, as pessoas religam o elo quebrado, eliminam as dores da amargura e caem nos braços do refrigério da alma, tirando a pressão negativa que apertava o “pulmão” que oxigena a vida interior.

No arrependimento as pessoas correm para os braços de Jesus mas, no remorso, as pessoas fogem, se escondem, silenciam e não aceitam serem abraçadas pelo seu Senhor, porque se consideram imerecidas.

O arrependimento age para proporcionar conserto, mudança de mentalidade, uma nova avaliação de si mesmo e do mundo à sua volta. Porém, o remorso paralisa, isola, sentencia e executa.

O remorso é um ladrão da vida.

O remorso impede o ofensor de aceitar o perdão liberado e proíbe que perdoe a si mesmo para poder mordê-lo, abocanhá-lo por toda a sua vida. Foi assim com Judas Iscarióstes, que se arrependeu mas deixou-se dominar pelo lado negro que vive ao extremo do arrependimento: o remorso. O remorso o matou.

O remorso jamais esquece. O remorso impõe um estado de penitência perpétua. O remorso leva o individuo a perder o amor por si mesmo e a não se atribuir nenhum valor, mas o caminho da cura está na restauração do amor próprio e na recuperação e elevação da autoestima.

O arrependimento perde a memória. Deus diz na sua Palavra:

dos seus pecados não me lembrarei jamais”.

 
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Publicado por em 23/07/2014 in Uncategorized

 

SERPENTES NO JARDIM DE CRISTO

201101142028211_jpg1“Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor Deus tinha feito”.

Gênesis 3:1

No mesmo jardim onde os filhos de Deus se regozijavam e que Deus passeava, havia uma serpente, um animal como os demais, porém, ela deu lugar ao diabo.

Por ter dado lugar ao diabo a serpente perdeu as pernas, destreza para andar, e para se locomover passou a se arrastar sobre o próprio ventre.

A “serpente”, com habilidade inata, desconstruiu a confiança e o relacionamento que o casal do Éden tinha com o seu Pai.

Um argumento chulo falado por uma serpente, colocou em dúvidas os ensinamentos de Deus, então os filhos passaram a amar mais os argumentos da serpente do que o ensino do seu Pai.

É muito estranho uma serpente falar, e mais estranho ainda é o casal do Éden não achar isso, no mínimo, esquisito.

Um erro imperdoável é não avaliar a importância existencial e o caráter de quem está falando.

Penso que o mais difícil de engolir, foi Deus ser desmentido e desacreditado por uma serpente que fala.

Qualquer pai sofreria por ter sido trocado por uma serpente que fala.

No Jardim de Cristo – a sua Igreja – há muitas serpentes com conversas extremamente convincentes.

As serpentes herdaram daquele que a usou, um talento extraordinário para contradizer verdades e um fantástico espírito de encantamento.

Quem é capaz de ouvir uma serpente falar, adquire o talento para falar e agir como ela.

Quem fala e age como serpentes está apto para destruir qualquer tipo de relacionamento.

 
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Publicado por em 03/06/2014 in Uncategorized

 

MUNDANISMO GOSPEL

mudanismo-x-vida-cristc3a3Estava no mundo, e o mundo foi feito por Ele, e o mundo não o conheceu.”

João 1:10.

O evangelho precisa ser difundido com inteligência, e uma das formas para alcançarmos as pessoas, é uma boa estratégia. No entanto, a estratégia é para trazer o pecador à igreja, e não o mundo pra dentro dela. Nenhuma estratégia justifica trazer o mundo pra dentro da igreja.

A igreja de Jesus Cristo é um organismo vivo dos céus, na Terra, ela não faz parte do mundo material, o que é parte desse mundo é a instituição. A igreja é estritamente espiritual, e se torna visível através da nova vida dos seus membros, pois a Igreja é extensão do corpo místico de Cristo.

A igreja não é uma recreação e um entretenimento pra quem não quer morrer pro mundo, ela não é uma extensão dos hábitos sociais dos seus membros, embora a instituição favoreça os vínculos sociais.

Não fazemos parte da Igreja por causa dos vínculos com as pessoas, mas pelo nosso pertencer a Cristo. Somos a Igreja por causa d’Ele, Jesus Cristo. Somos atraídos por Ele, as demais coisas ocupam outros níveis das relações humanas, que também são importantes no mundo espiritual. Mas nada é mais importante do que a nossa relação com Deus.

O mundanismo gospel perde em eficiência para o mundanismo original, praticado por aqueles que desprezam o reino de Deus. O amor pelo pecador não pode ser confundido com a aceitação dos seus pecados.

Qualquer que aceita o pecado do pecador, peca tanto quanto ele.

Quando trazem o mundo para dentro da igreja, trazem também a sua malignidade. O mundo é mestre em malignidade, afinal, Jesus disse que ele jaz no maligno, mas a Igreja tem que ser diametralmente oposta a isso, ela ainda é mestre no poder de transformar vidas, porque é através dela, a Igreja, que Jesus Cristo opera no mundo.

O mundanismo dentro da igreja só faz a igreja deixar de ser igreja, para ser parte do mundo. O mundanismo dentro da igreja apodrece aquilo que foi gerado para exterminar o podre, ele torna aquilo que foi dado para salgar, num ingrediente insípido, que serve apenas para ser jogado no lixo.

A igreja que minimiza o pecado do pecador e o torna um pecador feliz, é pior do que qualquer diabo.

Mundanismo por mundanismo, é melhor ficar no mundo, ao menos ele é mais genuíno e não uma falsificação esdrúxula. A igreja que copia o mundanismo, recria uma cópia ridiculamente falsa e grotesca.

Uma igreja “made in Paraguai” é uma pirataria criada no sofisticado escritório de Satanás.

Quando a estratégia passa a ser uma regra na igreja, ela perdeu a sua essência. Cristo deixa de ser o centro, perde o status de protagonista para ser apenas um coadjuvante. Afinal, uma grande partes dos cultos é centrada no homem e as suas necessidades, e não uma entrega racional do corpo em sacrifício vivo.

O show gospel que chamam de culto, alegra quem anda na carne e não tem nada de culto racional, e as pessoas, na verdade, não aceitam a Jesus Cristo como Senhor e Salvador de suas vida, elas aceitam fazer parte daquela igreja, entram para aquela religião. Isso não tem nada de Deus, é apenas um movimento gospel, e se um dia aquela igreja abrir mão da sua “estratégia”, ela perde os seus membros, porque eles não estão alicerçados em Cristo, mas são reféns de uma religião estratégica.

O culto cristocêntrico é racional, direcionado exclusivamente a Jesus Cristo. Portanto, as atitudes provenientes das emoções provocadas deliberadamente pelos apelativos discursos, e pelas canções que endeusam as necessidades humanas, são puramente carnais.

A Igreja de Jesus Cristo é diferente de tudo, e quando se funde com as manifestações vistas e pertinentes ao candomblé, não passa de um candomblé gospel, e quando o seu púlpito se transforma em palco de apresentações artísticas, não passa de uma casa de show.

Na Casa de Deus se adora a Deus e o adorador não pode ser adorado.

Vemos na bíblia que os homens, e até os reis, se vestiam de sacos e se lambuzavam de cinzas, numa demonstração de arrependimento, quebrantamento e esvaziamento de si mesmos. Hoje, cheios de orgulho, buscam a glória, se vestem de branco e abominam a renúncia e a cruz.

Quando me deparo com grupos gospel vestidos de branco, imitando vestes de terreiros de religiões pagãs, vejo nada mais e nada menos, do que um diabo travestido de anjo de luz.

Ainda prefiro sacos e cinzas. Ainda prefiro abaixar a cabeça, bater no peito, e dizer pra Deus: “tenha misericórdia de mim, pecador”.

 
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Publicado por em 29/05/2014 in Uncategorized

 

AUTORIDADE AUTÊNTICA, RECONHECE AUTORIDADE

imagesAutoridade é uma concessão divina.

Autoridade autêntica reconhece e se submete a autoridade.

Autoridade autêntica se submete a alguém, que é autoridade sobre a sua vida e ministério.

O autoritarismo impede uma autoridade de prestar contas a autoridade.

Todo autoritarismo não reconhece e nem se submete a nenhuma cobertura espiritual e ao mentoreio.

Uma autoridade, em certas circunstâncias, não é capaz de resolver um problema, por isso precisa recorrer a uma autoridade maior do que a sua.

Uma autoridade não está isenta de receber notícias aterrorizantes, por isso precisa caminhar com uma autoridade diferente da sua.

Quando caminhamos com uma autoridade sobre a nossa vida, nos momentos cruciais, ela intervém para fortalecer a nossa fé.

A autoridade espiritual sobre a nossa vida, nos ensina a separar multidão de pessoas que caminham juntas e aliançadas.

A autoridade nos ensina que para Deus operar certos milagres, temos que colocar alguns indivíduos pra fora da nossa vida e ministério.

A autoridade espiritual nos ensina, que Deus coloca nas nossas vidas pessoas que criam um ambiente propício para Deus operar milagres.

A autoridade espiritual nos revela os segredos dos milagres de Deus.

A gente descobre que debaixo de autoridade, aquilo que estava morto ou paralisado, volta a ter vida e a andar.

 
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Publicado por em 23/05/2014 in Uncategorized

 

O DESAFIO MAIS PODEROSO, DO DESAFIANTE MAIS PODEROSO

Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.desafios_r6_c2

João 14:12

Jesus fez o que ninguém fez. Jesus disse o que ninguém disse.

Ele disse que faríamos o que Ele fez, e acrescentou que faríamos mais do que aquilo que Ele fez. Não há desafiador e desafio maior que esses.

Se você quer saber o que deve fazer na vida, procure ler a história de Jesus e anote o que Ele fez. É por aqui que você deve começar.

Porém, nós não fomos educados e preparados pra subirmos degraus, mas pra caminharmos caminhos planos que já foram abertos, rotas que já foram traçadas.

Ao dar essa instrução, Jesus revelou o potencial que está oculto dentro de nós. Ele quer nos projetar sempre para um degrau acima, por isso nos equiparou a Ele em capacidade de realizações, mas nós, numa humildade dissimulada, recuamos para um padrão meramente humano, de homens caídos, para camuflarmos as responsabilidades do nosso potencial.

Ser semelhante a Deus não é apenas uma opção, mas uma vocação.

Nós somos diferentes dos exploradores e empreendedores que sempre estão a frente, abrindo caminhos e escalando os novos degraus do conhecimento e das conquistas, porque eles conseguem ver o que ninguém vê, por isso fazem o que ninguém faz. No entanto, nós queremos a vanguarda da fama, mas vivemos na retaguarda da nossa falta de visão.

Somos condicionados a nos contentar em fazer o que todos fazem, em ser o que todos são. A maioria de nós não tem nada parecido com Jesus e nem queremos ser como Ele.

Queremos ser uma benção para os outros e não um orgulho para Jesus. Queremos que as pessoas nos admirem e falem bem de nós, não que Deus dê testemunho a nosso respeito.

Estamos muito distantes daquilo que Jesus decretou (farão as obras que eu faço), não conseguimos fazer coisas novas preditas pelo nosso Salvador e Mentor (as farão maiores do que estas), e ainda nos alegramos porque insistimos em fazer coisas velhas.

Quando alguém aceita a Jesus Cristo, está aceitando aquilo que Ele diz que devemos ser e aquilo que Ele diz que podemos fazer. Se continuamos sendo quem éramos e fazendo o que fazíamos, que Jesus é esse que dizemos que temos e servimos?

Jesus não está dizendo que podemos simplesmente fazer coisas, mas que podemos viver numa dimensão mais elevada. Quando andamos em novos caminhos que abrimos, facilitamos a vida dos nossos filhos e discípulos, que poderão se beneficiar e regozijar daquilo que criamos, para despertarem em si mesmos, o poder criativo de Deus, que está adormecido dentro das pessoas acomodadas.

Repetir os feitos e o sistema de vida que outros viveram não é novidade de vida e nem novidade alguma, então, que mérito há nisso?

 
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Publicado por em 06/05/2014 in Uncategorized

 

QUE DIABO É ISSO?

Pacto-com-o-DiaboMas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios” – 1 Timóteo 4:1

Se alguém lhe fizer algum mal, persiga-o, destrua a sua reputação. É assim que a bíblia ensina?

Se você for prejudicado em algo, vá de casa em casa, fale com todos do seu conhecimento, quebra geral com o nome do cara. Isso é ser crente?

Se você conclui que a conduta do teu irmão é errada, não o advirta, sequer fale com ele, e na surdina elimine ele do meio e divulgue os supostos erros pra onde ele for. Essa é a postura adotado por Jesus?

Se por acaso alguém pecar contra você, peque o telefone e propague isso para todos os seus amigos, e principalmente os amigos dele, certifique-se de que você vai fechar todas as portas, e se possível proíba até o diabo de dar lugar a ele no inferno. É correto isso?

Qualquer um que falhar com você, está ferrado, e você tem que matar o ministério dele, e não pode dar uma nova chance em nenhum outro ministério. Foi isso que Jesus ensinou?

Diga pros teus irmãos, amigos e ovelhas que você perdoou, mostre que sofreu muito, seja um hipócrita convincente pra fingir que você é uma vítima, porque o povo ficará do teu lado, e vai odiar o cara. É isso o que você aprendeu com Jesus?

Libere o mais rápido que puder quem te deu problemas, despeça na paz, mas quando ele for embora, coloque para fora da sua boca, a sua espada afiada e comprida – a língua – e declare guerra contra ele, mas tem que ser nos bastidores, na calada, pelas costas. Essa é a doutrina do cristianismo?

Morda quem te estendeu a mão. Fale mal de quem falou bem de você. Expulse pelas portas dos fundos aquele que entrou pela porta da frente, e que por acreditar na sua “boa” fé, lhe abriu novas e grandes portas. É isso, amaldiçoe quem te abençoou. Não é assim que um homem de Deus faz?

Sempre que possível, nos almoços, jantares, reuniões informais, e nos bate papo, fale mal de alguém, principalmente daqueles que você não gosta. Esse é o mandamento de Cristo?

Faça do seu ministério e de sua igreja um cemitério de pastores, convide-os para o seu projeto e depois sepulte ali a reputação de todos eles. Foi pra isso que Jesus te chamou?

Aquelas observações e confidências que lhe contaram, ou os alertas que te deram pra você não tomar “bola nas costas”, achando que você era digno, conte tudo pros envolvidos. Isso é postura de um líder espiritual?

Seja fofoqueiro, fale muito da vida e do ministério dos outros, aponte os erros, fira a ética, e seja descarado. Não tenha comunhão com ninguém da sua cidade, ataque todos os ministérios “concorrentes”, assim irão acreditar que ninguém presta, só você, e que Deus não está com eles, só com você. Anuncie para os seus seguidores que todas as outras igrejas estão fora da visão de Deus, menos a sua. Essa é a melhor forma de denegrir os outros e se revelar virtuoso. Essa é a forma correta de cumprir a missão que foi delegada por Jesus Cristo?

Seja sempre um anjo no púlpito, e continue sendo um diabo nos bastidores, afinal, é tão fácil enganar aqueles que acreditam em você. Porém, um dia Deus terá o prazer de dizer na sua cara:

Apartai-vos de mim maldito, para o fogo eterno, destinado ao diabo e aos seus anjos”.

 
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Publicado por em 29/04/2014 in Uncategorized

 

CRISTIANISMO É MORTE E VIDA

Cristianismo é morte ressurreição“Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia.”

Mateus 28:6

Não existe cristianismo sem morte e ressurreição. O cristão é aquele que morreu para o mundo e ressuscitou para Cristo, porque ninguém pode estar vivo pra Deus sem que antes tenha morrido a velha criatura.

Na vida comum nós nascemos para poder viver, na vida espiritual nós morremos para poder nascer, pois é impossível habitar num mesmo corpo a velha e a nova criatura, apenas uma pode existir.

Jesus Cristo morreu e ressuscitou dos mortos e com Ele nós morremos e ressuscitamos para a vida eterna.

A morte e a ressurreição de Jesus Cristo é a nossa libertação, Ele é a nossa páscoa, por isso nós o festejamos. O religioso festeja a páscoa, o cristão festeja por ser a expressão da páscoa.

Jesus morreu por amor a nós, pecadores, por isso, condenar o pecado com veemência é a forma adequada de mostrarmos o nosso amor pelo pecador, porque o nosso desejo é que ele morra para o pecado para nascer para Deus, assim como aconteceu conosco.

O pecado é uma praga, mortal, e maligna. Quem não o leva a sério “morre”. Ou você morre para o pecado ou ele mata você, porque o pecado mata, independente do credo religioso, da função que se ocupa na religião, e até dos milagres que fazem em nome de Deus.

O pecado é assim, ou matamos ele ou ele nos mata. Qualquer um que minimize o poder destrutivo do pecado, é como um médico que diz pra vítima de um câncer: “está tudo bem”.

O perigo do pecado deve ser exposto nas igrejas, tão claro quanto as mensagens sobre o perigo da nicotina, descrito nos maços de cigarro.

O único antídoto contra o pecado é o arrependimento, a confissão e o perdão concedido por Jesus Cristo. É aqui que a páscoa nasce em nossas vidas e nos motiva a celebrar.

Jesus superou o medo e morreu na cruz pra vencer o pecado, então não tenha medo para pregar contra o pecado e fugir dele.

A paixão de Cristo é a prova incontestável do seu amor por nós, e a prova do nosso amor por Cristo é quando abandonamos a vida de pecado.

A autoridade que Jesus nos deu e o nosso amor por Ele, nos faz vencer o poder do pecado. Vencer o pecado, é não pecar.

Se por acaso pecarmos, uma situação circunstancial, aí recorremos ao nosso advogado Jesus Cristo, porque não existe perdão automático para o pecado.

Pecado não é o que a gente acha, e nem o que a nossa consciência acusa, mas é aquilo que a Palavra de Deus diz.

Aquele que recebe o poder de vencer o pecado, mas opta por viver nele, despreza o sacrifício de Jesus na cruz, e faz escárnio da páscoa.

Você pode estar numa igreja, achar que tem um ministério, e mesmo assim estar num processo de putrefação do espírito, porque todo pecado consumado e não justificado por Jesus Cristo, é a morte se desenvolvendo no espírito.

O perdão de Jesus Cristo não é uma espécie de “pílula do dia seguinte”. O processo do perdão parte da iniciativa de cada pessoa, então após ter consciência do pecado e a pré-disposição de interromper a prática viciosa, o sangue de Jesus Cristo purifica o homem arrependido dos seus pecados.

A igreja deve ser um hospital espiritual, lugar de cura, mas nunca um depósito de gente doente.

 
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Publicado por em 20/04/2014 in Uncategorized

 
 
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